ARCHITECTURE CENTER

Arquiteturas para sistemas de IA que precisam operar.

Não existe uma única arquitetura para inteligência artificial empresarial. Um copiloto que consulta conhecimento, um workflow que processa documentos e um sistema agêntico que executa ações possuem diferentes necessidades de autonomia, integração, controle e operação.

A NEXO combina padrões de arquitetura conforme o processo, os dados, os riscos e o resultado esperado.

SISTEMAS AGÊNTICOSCOPILOTOSWORKFLOWS INTELIGENTESINTELIGÊNCIA DOCUMENTALRAG EMPRESARIALSISTEMAS MULTIAGENTESAGENT FACTORY

NOSSA ABORDAGEM

A arquitetura começa pelo trabalho.

Não pelo modelo.

  • Antes de selecionar uma tecnologia, definimos:
  • Qual trabalho precisa ser concluído
  • Quais decisões o sistema pode tomar
  • Quais dados e conhecimentos são necessários
  • Quais ferramentas podem ser utilizadas
  • Quais ações exigem aprovação humana
  • Quais evidências precisam ser preservadas
  • Como o sistema será avaliado
  • Como falhas serão tratadas
  • Como custo e desempenho serão monitorados
  • Como componentes poderão evoluir

Cada arquitetura NEXO segue seis princípios.

NOSSA ABORDAGEM

ModularidadeModelos, ferramentas, dados e interfaces podem evoluir independentemente.
Menor privilégioCada agente acessa somente os recursos necessários para sua função.
Evidência por desenhoRespostas e decisões permanecem conectadas às fontes e execuções que as originaram.
Supervisão proporcional ao riscoA intervenção humana é posicionada de acordo com impacto, confiança e alçada.
Observabilidade completaCada etapa, decisão, ferramenta, custo, latência e falha pode ser acompanhada.
Independência tecnológicaA arquitetura preserva a possibilidade de substituir modelos, fornecedores e componentes.

ARQUITETURA DE REFERÊNCIA

O agente é o centro. A confiança está em tudo ao redor.

O que o mercado normalmente chama de agente — modelo, contexto, conhecimento e ferramentas — representa apenas uma parte do sistema. Em produção, diferentes camadas trabalham juntas.

01EXPERIÊNCIAChatCopilotAPITeamsSlackWhatsAppE-mailDefine como usuários, sistemas e outros agentes iniciam e acompanham uma execução.
02COGNIÇÃOPlanningSkillsRAGMemoryReflectionModel RoutingInterpreta objetivos, seleciona contexto, utiliza conhecimento e define os próximos passos.
03CONTROLEGuardrailsMotor de políticasAlçadasHuman-in-the-loopAutoriza, bloqueia ou encaminha ações para supervisão humana.

ARQUITETURA DE REFERÊNCIA

04EXECUÇÃOTool UseMCPA2AComputer UseStructured OutputConsulta dados, utiliza ferramentas e executa ações de forma validada.
05SISTEMAS EMPRESARIAISERPCRMSAPSalesforceBancos de dadosAPIsLegadosOnde os dados estão armazenados e onde o trabalho efetivamente acontece.
06CONFIANÇA E OPERAÇÃOAgent IdentityEvalsObservabilidadeFinOpsVaultGovernançaMulti-tenancyProtege, monitora, avalia e registra cada execução.

FUNDAMENTOS

  • Padrões abertos
  • Componentes substituíveis
  • Políticas independentes do modelo
  • Identidade própria para agentes
  • Saída estruturada antes da execução
  • Avaliação contínua
  • Estado e retomada
  • Trilha completa

GUIA DE DECISÃO

O nível de autonomia deve acompanhar a natureza do trabalho.

Copiloto empresarialQuando uma pessoa continua conduzindo o trabalho e precisa consultar, analisar, criar ou executar ações assistidas.VER ARQUITETURA →
Workflow inteligenteQuando o processo possui etapas conhecidas, mas algumas exigem interpretação por IA.VER ARQUITETURA →
Sistema agênticoQuando o sistema precisa receber um objetivo, planejar etapas e selecionar dinamicamente ferramentas.VER ARQUITETURA →
Sistema multiagenteQuando o problema possui responsabilidades especializadas que precisam colaborar com independência e controle.VER ARQUITETURA →
Inteligência documentalQuando documentos são a principal entrada e o resultado precisa ser estruturado, comparável e verificável.VER ARQUITETURA →
RAG empresarialQuando o principal desafio é recuperar conhecimento autorizado e produzir respostas fundamentadas.VER ARQUITETURA →
Agent FactoryQuando a organização precisa construir, publicar, governar e operar vários sistemas de IA.VER ARQUITETURA →

GUIA DE DECISÃO

Não sabe qual escolher?

Analisamos o processo, os dados, os riscos e o nível de autonomia necessário para recomendar o padrão adequado.

Nem todo processo precisa de um agente. A melhor arquitetura é a menos complexa capaz de concluir o trabalho com segurança.

PARA PROCESSOS QUE EXIGEM PLANEJAMENTO E AÇÃO

Um objetivo entra. Um resultado verificável sai.

Um sistema agêntico recebe um objetivo, interpreta o contexto, cria um plano, seleciona skills e ferramentas, executa etapas e verifica se o resultado foi alcançado.

DIAGRAMA · ARQUITETURA DE SISTEMA AGÊNTICO

01FLUXO PRINCIPAL DE EXECUÇÃOObjetivoou eventoIdentidade+ contextoPlannerSkills+ conhecimentoModelo+ ferramentasValidaçãoResultadocom evidências
02LOOP DE EXECUÇÃO · ESTADO PERSISTENTEEstadoExecutar etapaVerificarresultadoReplanejarou concluir · falha → retry idempotente
03PORTÃO DE AUTORIZAÇÃOMotor de políticasStructured outputvalidado antes de escrever
04HUMAN-IN-THE-LOOPAprovação por alçadaimpacto · confiança · limite financeiro · decisão registrada com responsável · exceções e baixa confiança · solicita aprovação · autorizado · bloqueado · escalado

PARA PROCESSOS QUE EXIGEM PLANEJAMENTO E AÇÃO

DIAGRAMA · ARQUITETURA DE SISTEMA AGÊNTICO

05AMBIENTE DO CLIENTE · FRONTEIRA DE CONFIANÇAERPCRMAPIsBancosLegadosdados
06CAMADA PERMANENTE · ATUA EM TODAS AS ETAPASEvals · Observabilidade · FinOps · Auditoria · Segurança e identidade do agente · Multi-tenancyNenhuma ação alcança os sistemas do cliente sem passar pelo motor de políticas e pela validação estruturada.
FLUXO DE EXECUÇÃOFLUXO DE DADOSSOLICITAÇÃO DE APROVAÇÃOFRONTEIRA DE CONFIANÇACOMPONENTE DE INTELIGÊNCIACONTROLE E POLÍTICASISTEMA DO CLIENTE

Como ler o diagrama: o objetivo entra pela esquerda e só se transforma em ação depois de passar pelo planner, pelo loop de execução com estado persistente e pelo portão de autorização. O motor de políticas decide entre autorizar, bloquear ou escalar para uma pessoa; a saída estruturada é validada antes de qualquer escrita nos sistemas do cliente. Falhas retornam ao estado e são retomadas de forma idempotente, sem repetir etapas já concluídas.

PARA PROCESSOS QUE EXIGEM PLANEJAMENTO E AÇÃO

QUANDO UTILIZAR

  • O caminho não pode ser totalmente definido antecipadamente
  • Diferentes ferramentas podem ser necessárias
  • O sistema precisa adaptar o plano ao contexto
  • Existem exceções e dependências
  • O trabalho exige múltiplas etapas
  • O resultado precisa ser validado antes da entrega

DECISÕES DE ARQUITETURA

Planejamento fixo ou dinâmicoAutonomia permitidaLimites de iteraçãoCritérios de paradaModelos por etapaPolítica de ferramentasEstratégia de memóriaFallbackTratamento de falhasEscalonamento humano

PARA PROCESSOS QUE EXIGEM PLANEJAMENTO E AÇÃO

FLUXO DE REFERÊNCIA

  • Receber objetivo ou evento
  • Identificar usuário, contexto e permissões
  • Recuperar apenas o conhecimento necessário
  • Criar ou selecionar um plano
  • Escolher skill, modelo e ferramentas
  • Executar uma etapa
  • Validar a saída
  • Atualizar o estado
  • Solicitar aprovação quando necessário
  • Verificar o critério de conclusão
  • Entregar resultado com evidências
  • Registrar execução, custo e métricas

PARA PROCESSOS QUE EXIGEM PLANEJAMENTO E AÇÃO

COMPONENTES NECESSÁRIOS

  • Entrada por chat, API ou evento
  • Identidade do usuário e do agente
  • Gerenciador de contexto
  • Planner
  • Catálogo de skills
  • Model routing
  • Tool registry
  • Motor de políticas
  • Estado persistente
  • Human-in-the-loop
  • Structured output
  • Verificador de conclusão
  • Tracing e evaluations
  • Armazenamento de evidências

CONTROLES DE PRODUÇÃO

Identidade própriaMenor privilégioFerramentas autorizadasLimites de custo e tempoRetomada idempotenteValidação antes de escreverAprovação para ações críticasProteção contra prompt injectionAvaliação de cada execuçãoTrilha completa

PARA AMPLIAR A CAPACIDADE DE QUEM DECIDE

A pessoa conduz. O copiloto reúne, analisa e executa o que for autorizado.

O copiloto empresarial combina conversa, conhecimento, dados e ferramentas dentro das permissões do usuário. Diferentemente de um chatbot público, ele conhece identidade, contexto, histórico permitido e sistemas acessíveis.

DIAGRAMA · COPILOTO EMPRESARIAL SEGURO

01SESSÃO AUTENTICADAUsuárioautenticado · SSOInterface conversacionalIdentidade + RBACfunção e permissõesRoteador de intenções
02ROTA 1 · CONSULTAR CONHECIMENTOFiltro de permissõesantes da recuperaçãoBusca híbrida · RAGReranking+ citações
03ROTA 2 · EXECUTAR AÇÃOMotor de políticasTool useleitura ≠ escritaConfirmaçãohumanaResposta ou ação com evidênciascada afirmação aponta para sua fonte
04AMBIENTE DO CLIENTE · FRONTEIRA DE CONFIANÇADocumentosDatawarehouseERPCRMAPIssomente fontes autorizadas para este usuário · ação confirmada

PARA AMPLIAR A CAPACIDADE DE QUEM DECIDE

DIAGRAMA · COPILOTO EMPRESARIAL SEGURO

05CAMADA PERMANENTEMemória governada · Tracing · Evaluations · Feedback do usuário · Auditoria de ferramentas · FinOps
FLUXO DE EXECUÇÃOFLUXO DE DADOSCONFIRMAÇÃO HUMANAFRONTEIRA DE CONFIANÇAINTELIGÊNCIACONTROLE E PERMISSÕESSISTEMA DO CLIENTE

Como ler o diagrama: o roteador separa consulta de execução. Na rota de leitura, o filtro de permissões é aplicado antes da recuperação — o copiloto nunca recupera um documento que o usuário não poderia abrir. Na rota de execução, toda ação passa pelo motor de políticas e, quando sensível, por confirmação explícita. A resposta final sempre carrega as evidências que a originaram.

PARA AMPLIAR A CAPACIDADE DE QUEM DECIDE

QUANDO UTILIZAR

  • O julgamento humano permanece central
  • Usuários precisam consultar diferentes fontes
  • Respostas devem citar evidências
  • O sistema pode preparar ou executar ações assistidas
  • Permissões variam por usuário
  • O contexto precisa continuar entre interações

CONTROLES ESSENCIAIS

  • Filtragem por permissão
  • Separação leitura × execução
  • Confirmação para ações sensíveis
  • Proteção de dados entre usuários
  • Indicação explícita de fontes
  • Retenção governada do histórico
  • Registro de ferramentas utilizadas

PARA AMPLIAR A CAPACIDADE DE QUEM DECIDE

FLUXO DE REFERÊNCIA

  • Usuário autenticado inicia a conversa
  • O sistema recupera identidade, função e permissões
  • Classifica a intenção
  • Seleciona conhecimento e ferramentas
  • Consulta fontes autorizadas
  • Gera uma resposta fundamentada
  • Propõe ou executa uma ação
  • Solicita confirmação quando necessário
  • Registra resposta, evidências e ações

COMPONENTES NECESSÁRIOS

Interface conversacionalSSO e identidadeControle de acessoRoteador de intenções

RAG

Memória governadaTool useCitationsPolítica de confirmaçãoHandoff humanoFeedbackObservabilidade

PARA PROCESSOS CONHECIDOS QUE EXIGEM INTERPRETAÇÃO

O processo define o caminho. A IA resolve os pontos de complexidade.

Um workflow inteligente mantém etapas, regras e responsabilidades explicitamente definidas. A IA é utilizada apenas nos pontos em que o processo exige leitura, classificação, extração, análise ou geração.

DIAGRAMA · WORKFLOW INTELIGENTE ORIENTADO POR ESTADO

0101 · GATILHOestado: pendenteEvento recebidoAPI · fila · arquivo · agendaIdempotency keyevita execução duplicada
0202 · VALIDAÇÃOestado: em execuçãoValidação de entradaschema · origem · segurançaRegistro de estado inicial
0303 · IAúnico ponto com modeloExtração ou análise por IAleitura · classificação · geraçãoConfidence thresholdabaixo do limite → exceção
0404 · REGRASdeterminísticoAplicação de regrascálculo · política · limitesDecisãocaminho definido pelo processo

PARA PROCESSOS CONHECIDOS QUE EXIGEM INTERPRETAÇÃO

DIAGRAMA · WORKFLOW INTELIGENTE ORIENTADO POR ESTADO

0505 · APROVAÇÃOestado: aguardando humanoAlçada e políticaAprovação humanaquando exigida pelo riscoTimeout e escalonamento
06AMBIENTE DO CLIENTE · FRONTEIRA DE CONFIANÇA06 · EXECUÇÃOestado: concluídaERPCRMAPIsBancos
0707 · ENTREGAResultado registradoartefato · dado · notificaçãoConfirmação ao solicitanteFalha ou timeoutretry · compensação · retomada do último estadoFila de exceçõespainel humano · correção · reprocesso
ESTADO PERSISTENTEAUDITORIASLA POR ETAPATRACINGEVALUATIONSCUSTO POR EXECUÇÃOETAPA COM IAETAPA DETERMINÍSTICACONTROLE E APROVAÇÃOFRONTEIRA DE CONFIANÇAFALHA E EXCEÇÃO

PARA PROCESSOS CONHECIDOS QUE EXIGEM INTERPRETAÇÃO

Como ler o diagrama: o caminho é predefinido e cada etapa carrega um estado explícito — pendente, em execução, aguardando humano, concluída ou falha. O modelo é chamado apenas no estágio marcado como IA; regras, decisão e execução permanecem determinísticas. Resultados com confiança abaixo do limite não seguem: vão para a fila de exceções. Falhas não reiniciam o processo, retomam do último estado consistente.

QUANDO UTILIZAR

  • As etapas do processo são conhecidas
  • Previsibilidade é mais importante que autonomia
  • Existem regras claras
  • Algumas tarefas exigem interpretação
  • O processo precisa de SLA e auditoria
  • Falhas devem ser retomadas de forma controlada

PARA PROCESSOS CONHECIDOS QUE EXIGEM INTERPRETAÇÃO

FLUXO DE REFERÊNCIA

Evento → Validação → Extração por IA → Regra → Decisão → Aprovação → Execução → Entrega

COMPONENTES NECESSÁRIOS

TriggerOrquestradorState machine
FilasAtividades determinísticasAtividades com IARegras de negócioEspera e timeoutAprovação humanaTratamento de exceçãoRetry e compensaçãoObservabilidade

DECISÕES DE ARQUITETURA

  • Quais etapas realmente precisam de IA
  • Sincronismo ou assíncrono
  • Política de retry
  • Idempotência
  • Compensação de ações
  • SLA por etapa
  • Confidence threshold
  • Fila de exceções
  • Versionamento do workflow

PARA TRANSFORMAR DOCUMENTOS EM DADOS, EVIDÊNCIAS E DECISÕES

O documento é a entrada. A entrega é estruturada e verificável.

A arquitetura processa documentos de diferentes formatos, extrai informações, valida resultados, relaciona evidências e produz dados ou artefatos prontos para utilização.

DIAGRAMA · PIPELINE DE INTELIGÊNCIA DOCUMENTAL

01ENTRADAPDFImagemPlanilhaContratoFormulário
0201 · INGESTÃO SEGURAnada entra sem passar aquiValidação de arquivoantivírus · tipo · tamanhoIsolamento por clientemulti-tenancyDefesa contra instrução maliciosao documento é dado, não comando
0302 · RECONHECIMENTOClassificaçãotipo e versãoOCR + parsingSegmentaçãoseções · tabelas · anexos
0403 · EXTRAÇÃOetapa com IAExtração estruturadacampos e tabelasNormalizaçãomoeda · data · unidadeConfidence por campo

PARA TRANSFORMAR DOCUMENTOS EM DADOS, EVIDÊNCIAS E DECISÕES

DIAGRAMA · PIPELINE DE INTELIGÊNCIA DOCUMENTAL

0504 · VALIDAÇÃOValidação de schemaou não passaEvidência por campopágina · trecho · célulaAnálise e regrascomparação · desviosRota de baixa confiança → revisão humanao campo corrigido retorna ao dataset validado e alimenta as avaliações
0605 · ENTREGADados estruturadosComparativoParecer
07AMBIENTE DO CLIENTE · FRONTEIRA DE CONFIANÇAINTEGRAÇÃOERPBancos de dadosGestão documentalAPIs
ARQUIVO ORIGINAL PRESERVADOVERSÃO DO EXTRATOREVIDENCE STOREEVALUATIONSTRACINGAUDITORIA DE CORREÇÕESCUSTO POR DOCUMENTOETAPA COM IAETAPA DETERMINÍSTICAINGESTÃO E SEGURANÇAFRONTEIRA DE CONFIANÇAREVISÃO HUMANA

PARA TRANSFORMAR DOCUMENTOS EM DADOS, EVIDÊNCIAS E DECISÕES

Como ler o diagrama: o resultado não é um resumo, é uma saída estruturada, validada e rastreável. Cada campo extraído permanece ligado à região exata do documento original, e o arquivo de origem é preservado junto da versão do extrator que o processou. Campos com confiança baixa não são publicados: seguem para revisão humana, e a correção volta ao dataset que avalia o próprio pipeline.

QUANDO UTILIZAR

  • Documentos chegam em formatos diferentes
  • Tabelas e textos precisam ser interpretados
  • Campos precisam ser normalizados
  • Cada conclusão precisa citar a fonte
  • Documentos precisam ser comparados
  • Exceções exigem revisão humana

PARA TRANSFORMAR DOCUMENTOS EM DADOS, EVIDÊNCIAS E DECISÕES

CONTROLES ESSENCIAIS

  • Arquivo original preservado
  • Evidência por campo
  • Versão do extrator
  • Score de confiança
  • Validação de schema
  • Revisão de campos críticos
  • Separação por cliente
  • Proteção contra instruções maliciosas
  • Trilha de correções humanas

PIPELINE DE REFERÊNCIA

Receber documentoValidar arquivo e segurançaClassificar tipo e versãoExecutar OCR ou parsingSegmentar conteúdoExtrair campos e tabelasNormalizar valoresValidar schemaRelacionar evidênciasAplicar regras e análisesCalcular confiança por campoEncaminhar exceções para revisãoPublicar dados e entrega final

COMPONENTES NECESSÁRIOS

Upload ou ingestãoAntivírus e validação

OCR

ParserClassificaçãoExtração estruturadaSchema registryNormalizaçãoEvidence storeConfidence scoringComparaçãoRevisão humanaVersionamentoIntegração de saída

PARA CONHECIMENTO AUTORIZADO E RESPOSTAS FUNDAMENTADAS

Recuperar o conteúdo certo é tão importante quanto gerar a resposta.

RAG empresarial não é apenas armazenar documentos em um banco vetorial. Exige ingestão, qualidade, metadados, permissões, recuperação híbrida, reranking, evidências e avaliação.

DIAGRAMA · RAG EMPRESARIAL · DOIS PIPELINES

01PIPELINE DE CONHECIMENTO · OFFLINE · FONTES NO AMBIENTE DO CLIENTEFONTESDocumentosIntranet
02ERP · CRMBancos
03INGESTÃOConectoresincremental · agendadoParsingSegmentaçãochunking por estrutura
04ENRIQUECIMENTOMetadados e ACLquem pode ver cada trechoEmbeddingsÍndice vetorial + lexical

PARA CONHECIMENTO AUTORIZADO E RESPOSTAS FUNDAMENTADAS

DIAGRAMA · RAG EMPRESARIAL · DOIS PIPELINES

05GOVERNANÇA · VERSIONAMENTO · QUALIDADE DO CONTEÚDO · EXPIRAÇÃO · PERMISSÕES HERDADAS DA FONTE · PIPELINE DE CONSULTA · EM TEMPO REAL01 · PERGUNTAUsuário autenticadoReescrita da perguntadesambiguação · histórico
0602 · PERMISSÃOantes de qualquer buscaFiltro de acessoidentidade · função · tenant
0703 · RECUPERAÇÃOBusca híbridalexical + vetorialRerankingContext buildersomente o necessário

PARA CONHECIMENTO AUTORIZADO E RESPOSTAS FUNDAMENTADAS

DIAGRAMA · RAG EMPRESARIAL · DOIS PIPELINES

0804 · RESPOSTAModeloResposta com citaçõescada trecho aponta para a fonteNão há evidência suficientesaída explícita quando o limite não é atingido
EVALUATION DATASETFEEDBACKRECALL E PRECISIONQUALIDADE DAS CITAÇÕESLATÊNCIACUSTO POR CONSULTATAXA DE AUSÊNCIA DE RESPOSTAINTELIGÊNCIAETAPA DETERMINÍSTICAPERMISSÕES E GOVERNANÇAFRONTEIRA DE CONFIANÇASAÍDA SEM EVIDÊNCIA

Como ler o diagrama: a arquitetura não se resume a "usuário → vetor → modelo". Existem dois pipelines distintos: o de conhecimento, que prepara e governa o conteúdo, e o de consulta, que responde. O filtro de acesso vem antes da recuperação e as permissões são herdadas da fonte original. Quando o conteúdo recuperado não atinge o limite mínimo, o sistema tem uma saída explícita — dizer que não há evidência suficiente é uma resposta válida.

PARA CONHECIMENTO AUTORIZADO E RESPOSTAS FUNDAMENTADAS

QUANDO UTILIZAR

  • Respostas dependem de conteúdo interno
  • Fontes mudam com frequência
  • Usuários possuem permissões diferentes
  • Evidências precisam ser apresentadas
  • Existe grande volume de documentos
  • A precisão da recuperação precisa ser medida

MÉTRICAS NECESSÁRIAS

RecallPrecisionRelevância do contextoFidelidade à fonteCoberturaQualidade das citaçõesLatênciaCusto por consultaTaxa de ausência de resposta

PIPELINES

ConhecimentoFontes → Ingestão → Parsing → Segmentação → Metadados → Embeddings → Índices → Governança

PARA CONHECIMENTO AUTORIZADO E RESPOSTAS FUNDAMENTADAS

Consulta

Pergunta → Identidade → Reescrita → Filtro de permissão → Busca híbrida → Reranking → Contexto → Modelo → Resposta citada

COMPONENTES NECESSÁRIOS

ConectoresPipeline de ingestãoProcessamento incrementalChunkingCatálogo e metadadosEmbeddingsBusca lexical e vetorialRerankerFiltros de acessoContext builderCitationsCacheEvaluation datasetFeedback

PARA RESPONSABILIDADES ESPECIALIZADAS QUE PRECISAM COLABORAR

Cada agente possui uma responsabilidade. A arquitetura controla a colaboração.

Em um sistema multiagente, diferentes especialistas digitais colaboram para concluir um objetivo. Cada agente possui identidade, contexto, ferramentas, políticas e critérios de entrega próprios.

DIAGRAMA · PADRÃO SUPERVISOR E ESPECIALISTAS

01AMBIENTE DO CLIENTE · FRONTEIRA DE CONFIANÇAORQUESTRAÇÃOSupervisordistribui · consolida · resolve conflito · limite de delegação e de iteraçõesAgente de análiseidentidade própria · skills · ferramentas · memória e permissões exclusivas · contrato de entrada e saídaAgente de dadosidentidade própria · skills · ferramentas · memória e permissões exclusivas · contrato de entrada e saídaAgente de políticasvalida alçadas e conformidade · bloqueia entregas fora da regra · contrato de entrada e saídaAgente revisorcritica e devolve para correção · aprova o resultado composto · contrato de entrada e saída · contratos estruturados · nenhum agente · acessa a memória ou as ferramentas de outro

PARA RESPONSABILIDADES ESPECIALIZADAS QUE PRECISAM COLABORAR

DIAGRAMA · PADRÃO SUPERVISOR E ESPECIALISTAS

02CONTEXTO · COMPARTILHADOGOVERNADOapenas o que cadaresponsabilidade precisa · objetivo do caso · estado da execução · entregas já aprovadas · evidências citadas · sem contexto excessivo · sem escalada de privilégio
03HUMAN-IN-THE-LOOPconflito entre agentesbaixa confiança · ação crítica ou acima da alçada · decisão registrada com responsável
04A2A · EXTERNOagentes de outraorganização · identidade verificada · sem acesso direto · aos sistemas internos

PARA RESPONSABILIDADES ESPECIALIZADAS QUE PRECISAM COLABORAR

DIAGRAMA · PADRÃO SUPERVISOR E ESPECIALISTAS

05CAMADA PERMANENTETrace distribuído · Custo por agente · Avaliação individual e do resultado final · Limite de delegação · Detecção de loops
DELEGAÇÃO E CONTRATOCONTEXTO COMPARTILHADOSUPERVISÃO HUMANA E A2AFRONTEIRA DE CONFIANÇAORQUESTRAÇÃOPOLÍTICA

Como ler o diagrama: o supervisor distribui trabalho por contratos estruturados de entrada e saída — nenhum agente acessa a memória, as ferramentas ou as credenciais de outro. O contexto compartilhado é governado: cada especialista recebe apenas o que sua responsabilidade exige, o que evita contexto excessivo e escalada de privilégio. Conflitos, baixa confiança e ações críticas sobem para o supervisor e, dele, para uma pessoa. Agentes de outras organizações conversam por A2A, sem acesso direto aos sistemas internos.

PARA RESPONSABILIDADES ESPECIALIZADAS QUE PRECISAM COLABORAR

QUANDO UTILIZAR

  • O trabalho possui responsabilidades claramente diferentes
  • Cada especialidade exige métodos ou ferramentas próprios
  • As entregas precisam ser revisadas por outro agente
  • Equipes ou organizações precisam manter autonomia
  • O processo exige negociação ou coordenação
  • Um único agente ficaria excessivamente complexo

PADRÕES POSSÍVEIS

Supervisor e especialistasPlanner e executoresPipeline de especialistasProdutor e revisorAgentes colaborativosOrganizações diferentes via A2A

PARA RESPONSABILIDADES ESPECIALIZADAS QUE PRECISAM COLABORAR

COMPONENTES NECESSÁRIOS

  • Registry de agentes
  • Identidade por agente
  • Supervisor ou protocolo de coordenação
  • Contratos de entrada e saída
  • Contexto compartilhado controlado
  • Memória por responsabilidade
  • Políticas
  • A2A
  • Prevenção de loops
  • Limites de delegação
  • Tracing distribuído
  • Avaliação por agente e por processo

RISCOS QUE A ARQUITETURA PRECISA TRATAR

Delegação indefinidaContexto excessivoResponsabilidades sobrepostasDecisões contraditóriasLoopsEscalada de privilégiosPerda de rastreabilidadeCusto e latência descontrolados

PARA ESCALAR SISTEMAS SEM RECOMEÇAR A CADA PROJETO

Vários agentes. Uma fundação compartilhada.

Uma Agent Factory reúne componentes, padrões, ferramentas e controles para acelerar a construção e governar o ciclo de vida de diversos sistemas agênticos.

DIAGRAMA · AGENT FACTORY

01SISTEMAS CONSTRUÍDOSautonomia de domínioCopilotoWorkflow inteligenteSistema agênticoSistema multiagente↑ cada sistema herda segurança, avaliações, ferramentas e padrões da plataforma ↑
02PLATAFORMA COMPARTILHADA · COMPONENTES REUTILIZÁVEIS01 · BUILDTemplates · SDKsPrompt registry · SkillsModel gateway · Tool registry
0302 · CONNECTMCP · APIs · EventosConectoresA2A · Computer Use

PARA ESCALAR SISTEMAS SEM RECOMEÇAR A CADA PROJETO

DIAGRAMA · AGENT FACTORY

0403 · TRUSTIdentity · RBAC · VaultGuardrailsPolíticas · Aprovações
0504 · EVALUATEDatasets · EvalsBenchmarksRegressão · Red teaming
0605 · OPERATEDeploy · VersionamentoObservabilidade · FinOpsIncidentes · Rollback
0706 · GOVERNCatálogo · OwnershipAuditoria · LifecycleAprovação para publicação

PARA ESCALAR SISTEMAS SEM RECOMEÇAR A CADA PROJETO

DIAGRAMA · AGENT FACTORY

08AMBIENTE DO CLIENTE · PROVEDORES E SISTEMASFUNDAÇÃOModelosCloudDados
09ERP · CRMAPIs e legados
10PARTICIPANTESTimes de domínioEngenhariaSegurançaArquiteturaEspecialistas de negócio
11CICLO DE VIDADescobrirProjetarConstruirAvaliarAprovarPublicarOperarEvoluirDescontinuar
MODEL GATEWAYPROMPT REGISTRYSKILL CATALOGTOOL REGISTRYMCP SERVERSEVALUATION DATASETSIDENTITYPOLICIESOBSERVABILITYFINOPSSISTEMAS COM AUTONOMIA DE DOMÍNIOCONFIANÇA E POLÍTICAAMBIENTE E PROVEDORESFRONTEIRA DA PLATAFORMA

PARA ESCALAR SISTEMAS SEM RECOMEÇAR A CADA PROJETO

Como ler o diagrama: cada sistema no topo mantém autonomia de domínio — quem conhece o processo continua decidindo como ele funciona — mas herda da plataforma a segurança, as avaliações, as integrações e os padrões. Nada é publicado sem passar pelas etapas de avaliação e aprovação do ciclo de vida, e a operação e o custo de todos os sistemas passam a ser observados no mesmo lugar.

QUANDO UTILIZAR

  • Existem vários casos em desenvolvimento
  • Equipes diferentes estão criando agentes
  • Integrações estão sendo duplicadas
  • Não há padrão de segurança
  • Avaliações são feitas de maneiras diferentes
  • A empresa precisa de governança central
  • Custos precisam ser consolidados
  • Componentes precisam ser reutilizados

PARA ESCALAR SISTEMAS SEM RECOMEÇAR A CADA PROJETO

CICLO DE VIDA

Descobrir → Projetar → Construir → Avaliar → Aprovar → Publicar → Operar → Evoluir → Descontinuar

MODELO OPERACIONAL

  • Plataforma central
  • Times de domínio
  • Segurança
  • Arquitetura
  • Especialistas de negócio
  • Responsáveis pelos sistemas
  • Comitê de governança proporcional ao risco

ESCOLHA PELO TRABALHO

Diferentes necessidades exigem diferentes níveis de autonomia.

ARQUITETURACAMINHOAUTONOMIAPRINCIPAL ENTREGA
CopilotoConduzido pela pessoaBaixaResposta, análise ou ação assistida
Workflow inteligentePredefinidoBaixa a médiaProcesso executado
Sistema agênticoPlanejado dinamicamenteMédia a altaObjetivo concluído
MultiagenteCoordenado entre especialistasAltaEntrega composta
Inteligência documentalPipeline especializadoBaixa a médiaDados e evidências
RAG empresarialRecuperação e geraçãoBaixaResposta fundamentada

ESCOLHA PELO TRABALHO

ARQUITETURACAMINHOAUTONOMIAPRINCIPAL ENTREGA
Agent FactoryPlataforma compartilhadaVariávelEscala e governança

A arquitetura final pode combinar mais de um padrão. Um sistema agêntico pode utilizar RAG, inteligência documental e workflows, enquanto é construído e operado sobre uma Agent Factory.

ENTREGÁVEIS DE ARQUITETURA

Arquitetura precisa orientar a construção e a operação.

Dependendo do projeto, produzimos:

  • Arquitetura lógica
  • Arquitetura física
  • Diagrama de componentes
  • Fluxo de execução
  • Modelo de dados
  • Mapa de integrações
  • Matriz de ferramentas
  • Modelo de identidade e permissões
  • Política de autonomia e alçadas
  • Estratégia de memória

ENTREGÁVEIS DE ARQUITETURA

  • Arquitetura de RAG
  • Estratégia de evaluations
  • Modelo de observabilidade
  • Tratamento de falhas
  • Requisitos não funcionais
  • Estimativa de custo
  • Plano de deployment
  • Modelo operacional
Decisões de arquitetura registradasCada decisão relevante deve indicar contexto, alternativas avaliadas, escolha realizada e consequências.

DA OPORTUNIDADE À ARQUITETURA

Qual sistema sua empresa precisa fazer funcionar?

Analisamos o processo, o estágio atual, os dados, as integrações, os riscos e o nível de autonomia necessário para recomendar a arquitetura mais adequada. No retorno inicial, indicamos se o melhor ponto de partida é um Assessment, Production Sprint, Agent Factory ou trabalho de Operação contínua.