MODELOS DE ENTREGA
Da oportunidade à operação. Engenharia para cada estágio.
Algumas empresas ainda precisam descobrir onde a IA pode gerar valor. Outras já possuem um caso, uma POC ou sistemas em produção que precisam ganhar confiabilidade e escala.
Entramos no estágio em que a empresa está e assumimos responsabilidade até o sistema operar.
LINHA DE MATURIDADE · SELECIONE O ESTÁGIO DA SUA EMPRESA
ESTÁGIO 01
AssessmentExiste interesse, mas ainda não existe um caso definido.ESTÁGIO 02
Production SprintExiste um caso ou uma POC que precisa operar de verdade.ESTÁGIO 03
Agent FactoryExistem vários casos e falta uma fundação comum.ESTÁGIO 04
Operação contínuaExistem sistemas em produção que precisam permanecer confiáveis.Os modelos podem formar uma jornada, mas não precisam ser contratados obrigatoriamente em sequência.
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Não começamos pela tecnologia. Começamos pelo que precisa avançar.
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Não sabe qual modelo se aplica?
Assessment
Production Sprint
Agent Factory
Operação contínua
DESCOBRIR, PRIORIZAR E DESENHAR
Antes de construir, definimos o que vale a pena colocar em produção.
O Assessment transforma uma oportunidade ainda aberta em uma decisão estruturada. Analisamos processos, usuários, dados, sistemas, riscos e resultados esperados para identificar onde a IA pode gerar valor e qual arquitetura será necessária.
INDICADO PARA EMPRESAS QUE
- Possuem muitas ideias e precisam priorizar
- Querem identificar oportunidades de IA
- Precisam estruturar um business case
- Ainda não definiram a arquitetura
- Precisam avaliar a viabilidade de um caso
- Possuem uma POC e precisam diagnosticar sua prontidão
- Precisam alinhar negócio, tecnologia, segurança e dados
- Querem definir um roadmap de sistemas agênticos
DESCOBRIR, PRIORIZAR E DESENHAR
PERGUNTAS QUE O ASSESSMENT RESPONDE
- Qual problema vale a pena resolver?
- O processo precisa de um agente, copiloto ou workflow?
- Qual nível de autonomia é adequado?
- Quais dados e conhecimentos serão necessários?
- Quais sistemas precisam ser integrados?
- Quais decisões permanecem humanas?
- Quais riscos precisam ser controlados?
- Como qualidade e sucesso serão medidos?
- Qual é o investimento estimado?
- Qual é o caminho para colocar o sistema em produção?
COMO EXECUTAMOS
Entender o processo
Mapeamos demanda, usuários, decisões, exceções, tempos, custos, volumes e resultado esperado.
Avaliar dados e sistemas
Identificamos fontes, qualidade, permissões, APIs, sistemas legados e dependências técnicas.
Definir o papel da IA
Determinamos quais atividades exigem interpretação, planejamento, geração, recomendação ou execução.
Avaliar risco e governança
Definimos autonomia, alçadas, supervisão, evidências, segurança e critérios de interrupção.
Desenhar a arquitetura
Estruturamos componentes, integrações, conhecimento, ferramentas, controles e modelo operacional.
Construir o business case
Estimamos esforço, investimento, capacidade gerada, redução de tempo, economia e riscos.
Planejar a implementação
Organizamos prioridades, releases, dependências, responsabilidades e próximos passos.
O QUE ENTREGAMOS
- Diagnóstico do processo
- Oportunidades priorizadas
- Definição do caso de uso
- Business case
- Arquitetura de referência
- Mapa de dados e integrações
- Requisitos técnicos e funcionais
- Política inicial de autonomia
- Riscos e controles
- Métricas de sucesso
- Roadmap de implementação
- Estimativa de esforço e investimento
- Recomendação do modelo de entrega
O QUE ENTREGAMOS
AO FINAL, A EMPRESA DECIDE COM EVIDÊNCIAS
O que construirPor que construirComo construirQuanto investirQuais riscos controlarQual deve ser o próximo passoRESULTADO
Uma decisão estruturada, com arquitetura e roadmap — não um relatório de recomendações genéricas.DO CASO DEFINIDO AO SISTEMA EM PRODUÇÃO
Uma POC demonstra uma possibilidade. O Production Sprint constrói a capacidade de operar.
Indicado para empresas que já possuem uma demanda, caso de uso ou POC e precisam transformá-la em um sistema empresarial confiável. O trabalho não se limita ao agente: construímos as integrações, políticas, avaliações, segurança, observabilidade e operação necessárias para o sistema funcionar todos os dias.
INDICADO PARA EMPRESAS QUE
- Possuem um caso de uso priorizado
- Já desenvolveram uma POC
- Precisam substituir uma automação frágil
- Querem integrar IA aos sistemas corporativos
- Precisam atender requisitos de segurança
- Precisam demonstrar qualidade e rastreabilidade
- Querem colocar o primeiro sistema agêntico em produção
DO CASO DEFINIDO AO SISTEMA EM PRODUÇÃO
O QUE PRECISA EXISTIR NA ENTRADA
- Problema e resultado esperado
- Patrocinador
- Usuários ou processo definido
- Acesso aos especialistas do domínio
- Fontes de dados identificadas
- Disponibilidade das áreas técnicas necessárias
SE ESSAS DEFINIÇÕES AINDA NÃO EXISTEM
Começamos pelo Assessment. Construir sobre premissas não validadas é a forma mais comum de produzir um sistema que ninguém usa.Ver o Assessment
COMO EXECUTAMOS
Confirmar requisitos
Validamos escopo, critérios de sucesso, usuários, riscos, dados, integrações e restrições.
Detalhar a arquitetura
Definimos componentes, estado, modelos, skills, memória, ferramentas, políticas e infraestrutura.
Construir o sistema
Desenvolvemos aplicação, agentes, workflows, integrações, ferramentas e mecanismos de controle.
Construir as avaliações
Criamos datasets, gabaritos, critérios, testes, métricas e limites de aprovação.
Preparar segurança e operação
Configuramos identidade, permissões, guardrails, observabilidade, FinOps, deployment e rollback.
Validar com usuários e especialistas
Testamos cenários reais, exceções, baixa confiança, falhas e participação humana.
Colocar em produção
Executamos rollout controlado, acompanhamos o comportamento inicial e estabilizamos a operação.
Transferir conhecimento
Entregamos documentação, runbooks, treinamento e handover para o time responsável.
O QUE ENTREGAMOS
- Arquitetura detalhada
- Sistema agêntico ou aplicação de IA
- Agentes, workflows e skills
- Integrações e ferramentas
- Base de conhecimento e memória
- Identidade e permissões
- Políticas e alçadas
- Human-in-the-loop
- Evaluation suite
- Dashboards de observabilidade
- Acompanhamento de custos
- Pipelines de deployment
- Documentação técnica
- Runbooks operacionais
- Treinamento e handover
- Plano de evolução
O QUE ENTREGAMOS
- Conclui os cenários prioritários
- Respeita identidade e permissões
- Apresenta evidências quando necessário
- Trata erros e exceções
- Permite retomada
- Registra decisões e ações
- Possui avaliações
- Pode ser observado
- Possui custo acompanhado
- Tem responsáveis definidos
- Está preparado para evolução
RESULTADO
Um sistema integrado ao ambiente da empresa, avaliado, protegido, observável e operando com responsabilidade definida.Levar meu caso para produção
FUNDAÇÃO PARA ESCALAR
O primeiro agente pode ser um projeto. Os próximos precisam de uma plataforma e um método.
Quando diferentes áreas começam a construir agentes, surgem duplicações de integrações, ferramentas, políticas, avaliações e infraestrutura. A Agent Factory cria uma fundação compartilhada para acelerar novos sistemas sem perder segurança, autonomia de domínio e governança. Ela não é apenas uma interface para criar agentes. É a combinação de plataforma, componentes reutilizáveis, padrões de engenharia e modelo operacional.
OS SEIS PILARES
BUILD
Templates, SDKs, prompt registry, catálogo de skills, model gateway e componentes reutilizáveis.CONNECT
APIs, MCP servers, eventos, conectores, A2A e ferramentas empresariais.TRUST
Identidade, RBAC, Vault, guardrails, políticas, alçadas e aprovações.EVALUATE
Datasets, gabaritos, evaluations, benchmarks, regressão e testes de segurança.OPERATE
Deploy, versionamento, tracing, observabilidade, FinOps, incidentes e rollback.GOVERN
Catálogo, ownership, critérios de publicação, auditoria, lifecycle e indicadores.FUNDAÇÃO PARA ESCALAR
INDICADO PARA EMPRESAS QUE
- Possuem vários casos de uso
- Têm diferentes times construindo agentes
- Querem reduzir integrações duplicadas
- Precisam estabelecer padrões corporativos
- Desejam reutilizar skills e ferramentas
- Precisam centralizar observabilidade e custos
- Querem governar o ciclo de vida dos agentes
- Precisam combinar autonomia dos times com controle central
O QUE ENTREGAMOS
- Arquitetura da Agent Factory
- Componentes compartilhados
- Model gateway
- Catálogo de skills
- Tool registry
- Servidores MCP
- Padrões de memória e conhecimento
- Identidade e permissões
- Framework de políticas
- Evaluation framework
- Observabilidade centralizada
- FinOps
- Templates e aceleradores
- Pipelines de publicação
- Catálogo de agentes
- Modelo de governança
- Modelo operacional
- Documentação e capacitação
COMO EXECUTAMOS
Diagnosticar a maturidade
Avaliamos iniciativas, equipes, stack, padrões, riscos e componentes existentes.
Definir a arquitetura da plataforma
Estruturamos serviços compartilhados, fronteiras, ambientes, integrações e responsabilidades.
Priorizar componentes reutilizáveis
Identificamos o que deve ser construído centralmente e o que pertence aos times de domínio.
Implementar a fundação
Construímos model gateway, tool registry, skills, identidade, políticas, avaliações e observabilidade.
Implantar o ciclo de vida
Definimos como agentes são criados, avaliados, aprovados, publicados, monitorados e descontinuados.
Validar com sistemas reais
Aplicamos a fábrica na construção ou migração de agentes prioritários.
Estabelecer o modelo operacional
Definimos papéis, responsabilidades, suporte, governança e indicadores.
Preparar a escala
Documentamos padrões, capacitamos equipes e organizamos o onboarding de novos casos.
COMO EXECUTAMOS
PRINCÍPIO DE DESENHO
Os times de domínio mantêm responsabilidade sobre seus processos e especialistas. A plataforma fornece capacidades compartilhadas para que todos herdem segurança, integração, avaliação e operação.RESULTADO
Uma fundação corporativa para construir novos sistemas com mais velocidade, consistência e controle.Estruturar uma Agent Factory
DEPOIS DO DEPLOY
Modelos, dados e processos mudam. O sistema precisa continuar confiável.
A operação de um sistema agêntico não termina quando ele entra em produção. Novos modelos são lançados, dados mudam, fontes perdem qualidade, integrações falham, custos variam e usuários passam a utilizar o sistema de maneiras não previstas. A Operação contínua acompanha essas mudanças e mantém qualidade, segurança, custo e desempenho sob controle.
O QUE OPERAMOS
QUALIDADE
Correção, completude, grounding, utilização de ferramentas e conclusão do trabalho.CONFIABILIDADE
Falhas, retries, checkpoints, filas, latência, disponibilidade e continuidade.SEGURANÇA
Permissões, comportamento fora das políticas, tentativas de manipulação e eventos de acesso.CUSTO
Tokens, modelos, ferramentas, infraestrutura e custo por entrega concluída.EVOLUÇÃO
Prompts, skills, conhecimento, modelos, integrações e políticas.USO
Volume, usuários, processos, intervenções humanas, feedback e adoção.DEPOIS DO DEPLOY
INDICADA PARA EMPRESAS QUE
- Possuem agentes ou aplicações de IA em produção
- Precisam estabelecer SLAs
- Não possuem avaliações contínuas
- Precisam entender custo por execução
- Querem evoluir modelos com segurança
- Enfrentam falhas difíceis de reproduzir
- Precisam acompanhar qualidade e adoção
- Querem reduzir dependência de intervenções emergenciais
O QUE ENTREGAMOS
Monitoramento contínuoDashboards operacionaisAvaliações em produçãoAlertasGestão de incidentesAnálise de causaAcompanhamento de SLAsFinOpsOtimização de custoAtualização de modelosRegressãoGestão de versõesMelhoria de skillsEvolução da base de conhecimentoRevisão de políticasRelatórios executivos e técnicosRoadmap contínuo de evoluçãoINDICADORES ACOMPANHADOS
Taxa de conclusãoQualidade da entregaFidelidade às fontesFalhas por etapaIntervenções humanasTempo de execuçãoCusto por execuçãoCusto por resultadoConsumo por modeloViolações de políticaRegressãoSatisfação dos usuáriosRESULTADO
Um sistema que permanece observável, avaliado e capaz de evoluir com segurança depois do deploy.Avaliar minha operação
EVOLUÇÃO CONTÍNUA
Uma jornada, diferentes pontos de entrada.
Entramos no estágio em que sua empresa está. Estes são os caminhos mais frequentes.
Não obrigamos a empresa a percorrer uma sequência fixa. Recomendamos o menor movimento capaz de gerar aprendizado e avanço real.
COMPARAÇÃO
O mesmo trabalho de engenharia, em momentos diferentes.
| MODELO | MELHOR PARA | ENTRADA | ENTREGA PRINCIPAL |
|---|---|---|---|
| Assessment | Descobrir e estruturar | Oportunidade, processo ou POC | Decisão, arquitetura e roadmap |
| Production Sprint | Construir e colocar em produção | Caso definido ou POC | Sistema produtivo |
| Agent Factory | Escalar diversos sistemas | Portfólio de casos | Fundação compartilhada |
| Operação contínua | Manter e evoluir | Sistema em produção | Confiabilidade e evolução |
ASSESSMENT
O que deveríamos construir?PRODUCTION SPRINT
Como colocamos este caso em produção?AGENT FACTORY
Como construímos muitos agentes com padrão?OPERAÇÃO CONTÍNUA
Como mantemos qualidade e custo depois do deploy?COMO TRABALHAMOS
Consultoria que recomenda, constrói e permanece até operar.
O trabalho não termina na recomendação nem no deploy. A entrega precisa funcionar no ambiente real.
CADA SISTEMA POSSUI UMA COMPLEXIDADE DIFERENTE
O que define escopo e investimento.
O modelo de entrega, o cronograma e o investimento são definidos considerando:
ENCONTRE O MELHOR PONTO DE PARTIDA
Em que estágio sua empresa está?
Você descreve o caso e o estágio atual.
A NEXO analisa processo, tecnologia e complexidade.
Realizamos uma conversa inicial.
Recomendamos o melhor ponto de partida.
Estruturamos escopo, entregas e próximos passos.
ENCONTRE O MELHOR PONTO DE PARTIDA
Em que estágio sua empresa está?
Conte-nos o que precisa ser construído, colocado em produção, escalado ou aprimorado. Avaliamos o caso e indicamos o modelo de entrega mais adequado.