ENGINEERING CAPABILITIES

A inteligência é uma parte. A engenharia faz o sistema funcionar.

Construir sistemas agênticos exige muito mais do que selecionar um modelo. A NEXO combina competências em inteligência, conhecimento, execução, segurança, qualidade, operação, governança e experiência para transformar IA em sistemas empresariais confiáveis.

São capacidades reutilizáveis, aprimoradas a cada implementação e aplicadas de acordo com o processo, o risco e o ambiente tecnológico de cada empresa.

8FAMÍLIAS DE COMPETÊNCIAS
+35CAPACIDADES REUTILIZÁVEIS
0DEPENDÊNCIA DE FORNECEDOR
100%CONSTRUÍDAS PARA PRODUÇÃO

COMO O SISTEMA INTERPRETA, RACIOCINA E PLANEJA

O melhor modelo não resolve sozinho um sistema mal projetado.

A camada de inteligência define como o sistema interpreta o objetivo, seleciona contexto, planeja etapas e decide qual recurso utilizar.

O modelo certo para cada decisão.

Classifica cada requisição e seleciona o modelo mais adequado conforme complexidade, qualidade, latência, segurança e custo.

PERMITE

  • Utilizar modelos menores em tarefas simples
  • Reservar modelos avançados para decisões complexas
  • Combinar diferentes provedores
  • Reduzir custo e latência
  • Aplicar fallback entre modelos

EM PRODUÇÃO, EXIGE

Regras de roteamento, avaliação comparativa, limites de custo e monitoramento da qualidade.

Instruções claras, versionadas e avaliadas.

Estrutura objetivos, critérios, limites, exemplos e formatos de saída para orientar o comportamento do modelo.

PERMITE

  • Padronizar comportamento
  • Reduzir ambiguidade
  • Incorporar critérios
  • Controlar formato
  • Testar novas versões

EM PRODUÇÃO, EXIGE

Versionamento, testes de regressão, separação entre instruções e dados e proteção contra interferências externas.

O contexto necessário. Nada além dele.

Seleciona e organiza instruções, dados, histórico, ferramentas, memória e conhecimento para cada etapa da execução.

PERMITE

  • Reduzir ruído
  • Melhorar qualidade
  • Controlar custo
  • Preservar permissões
  • Evitar janelas de contexto excessivas

EM PRODUÇÃO, EXIGE

Contexto por etapa, filtros de acesso, rastreabilidade de origem e políticas de retenção.

Transformar um objetivo em etapas executáveis.

Decompõe problemas, define dependências, seleciona skills e ferramentas e acompanha o critério de conclusão.

PERMITE

  • Executar trabalhos com várias etapas
  • Adaptar o plano ao contexto
  • Lidar com dependências
  • Replanejar quando necessário

EM PRODUÇÃO, EXIGE

Limites de iteração, critérios de parada, estado persistente e controle sobre as ferramentas disponíveis.

Revisar antes de entregar.

Permite que o sistema verifique uma saída, identifique lacunas e corrija o resultado antes de concluí-lo.

PERMITE

  • Aumentar completude
  • Encontrar inconsistências
  • Confrontar critérios
  • Revisar artefatos
  • Reduzir erros evitáveis

EM PRODUÇÃO, EXIGE

Critérios objetivos, limites de repetição e avaliação do ganho real de qualidade.

COMO O SISTEMA UTILIZA MÉTODOS, FONTES E PRECEDENTES

Conhecimento não é apenas conteúdo armazenado.

Um sistema confiável precisa saber qual conhecimento utilizar, de onde ele veio, quem pode acessá-lo e quando ele deixou de ser válido.

Métodos transformados em capacidades reutilizáveis.

Skills organizam procedimentos, regras, fórmulas, critérios, exemplos e templates utilizados pelo sistema para executar um trabalho especializado.

UMA SKILL DE SHOULD COST PODE CONTER

  • Metodologia de cálculo
  • Benchmarks
  • Premissas
  • Fórmulas
  • Critérios
  • Templates
  • Validações
  • Formato de entrega

EM PRODUÇÃO, EXIGE

Versão, proprietário, critérios de ativação, avaliação e histórico de mudanças.

Recuperar a evidência certa antes de responder.

Combina busca lexical, vetorial, filtros, reranking e construção de contexto para utilizar conhecimento externo ao modelo.

PERMITE

  • Consultar conteúdo atualizado
  • Responder com evidências
  • Limitar a busca às fontes autorizadas
  • Reduzir respostas sem fundamento

EM PRODUÇÃO, EXIGE

Qualidade de ingestão, metadados, permissões, citations e avaliações de recuperação.

Continuidade sem perder governança.

Registra fatos, preferências, decisões, correções e precedentes que precisam ser reutilizados em interações futuras.

TIPOS DE MEMÓRIA

  • Memória da execução
  • Memória do usuário
  • Memória do processo
  • Memória do domínio
  • Memória de precedentes
  • Memória organizacional

EM PRODUÇÃO, EXIGE

Origem, validade, retenção, visibilidade, correção e direito de exclusão.

Conhecimento com origem, validade e responsabilidade.

Organiza fontes, documentos, políticas, métodos e conteúdos utilizados pelos sistemas.

PERMITE

  • Identificar fonte oficial
  • Acompanhar versões
  • Definir responsáveis
  • Controlar validade
  • Retirar conhecimento obsoleto

EM PRODUÇÃO, EXIGE

Catálogo, ownership, ciclo de revisão e métricas de utilização.

Reutilizar resultados quando o significado é equivalente.

Identifica solicitações semanticamente semelhantes e reutiliza respostas ou etapas previamente validadas.

PERMITE

  • Reduzir custo
  • Diminuir latência
  • Evitar processamento repetido
  • Escalar consultas frequentes

EM PRODUÇÃO, EXIGE

Política de validade, isolamento por cliente, invalidação e controle sobre dados sensíveis.

COMO A INTELIGÊNCIA TRANSFORMA DECISÕES EM AÇÕES

Sem ferramentas, existe uma resposta. Com execução, existe trabalho concluído.

O agente não apenas recomenda. Ele utiliza ferramentas.

Permite consultar sistemas, calcular valores, criar registros, enviar documentos e executar ações.

EM PRODUÇÃO, EXIGE

Schema validado, ferramentas autorizadas, identidade, permissões e confirmação para ações críticas.

Conectar uma vez. Reutilizar em diferentes sistemas.

O Model Context Protocol padroniza como ferramentas, dados e recursos são disponibilizados para agentes.

PERMITE

  • Reduzir integrações duplicadas
  • Reutilizar ferramentas
  • Separar agente e sistema
  • Trocar modelos sem reconstruir conectores

EM PRODUÇÃO, EXIGE

Autenticação, catálogo, versionamento, ownership, limites e observabilidade das chamadas.

Agentes diferentes colaborando com identidade e autonomia.

Permite comunicação segura entre agentes, inclusive de áreas, plataformas ou organizações diferentes.

PERMITE

  • Delegar atividades
  • Solicitar informações
  • Negociar entregas
  • Preservar fronteiras organizacionais

EM PRODUÇÃO, EXIGE

Identidade, contrato de mensagens, autorização, rastreabilidade e limites de delegação.

Operar sistemas que não possuem API.

Utiliza interface, visão computacional, mouse e teclado para interagir com portais e aplicações legadas.

  • Hierarquia preferencial: API → MCP → Computer Use

Computer Use é utilizado quando não existe uma integração mais confiável.

EM PRODUÇÃO, EXIGE

Ambiente isolado, limites de ação, captura de evidências, supervisão e tratamento de mudanças na interface.

Antes de executar, validar.

Transforma saídas do modelo em estruturas tipadas e verificáveis antes que qualquer informação seja enviada para outro sistema.

PERMITE

  • Validar campos
  • Aplicar schemas
  • Impedir valores inválidos
  • Integrar com APIs
  • Reduzir interpretações ambíguas

EM PRODUÇÃO, EXIGE

Schema versionado, validação, tratamento de ausência e política de retry.

Documentos transformados em dados e evidências.

Combina OCR, parsing, classificação, extração, normalização e validação para processar documentos em diferentes formatos.

EM PRODUÇÃO, EXIGE

Preservação do original, evidência por campo, score de confiança, revisão humana e trilha de correções.

COMO LIMITAMOS ACESSO, AUTONOMIA E RISCO

Um agente precisa de identidade, permissão e limite.

Segurança não pode depender apenas de uma instrução no prompt. Os controles precisam existir fora do modelo e permanecer ativos em todas as etapas.

Autenticação, autorização e credenciais fora do modelo.

Define autenticação, autorização, papéis, escopos e credenciais para pessoas, agentes e ferramentas.

INCLUI

  • IAM
  • RBAC
  • OAuth
  • Vault
  • Menor privilégio
  • Rotação de credenciais
  • Segregação de funções

Cada agente entra na empresa com seu próprio crachá.

Atribui identidade, função, credenciais, proprietário e permissões específicas a cada agente.

PERMITE SABER

  • Qual agente executou
  • Em nome de quem
  • Com qual permissão
  • Em qual sistema
  • Qual ação foi realizada

A política governa a ação.

Separam regras e limites do comportamento probabilístico do modelo.

PODEM

  • Bloquear uma ação
  • Exigir aprovação
  • Limitar valores
  • Restringir ferramentas
  • Impedir acesso
  • Encaminhar exceções
  • Registrar violações

Cada cliente e ambiente permanecem isolados.

Separa dados, memória, documentos, configurações, credenciais e execuções entre organizações ou unidades.

EM PRODUÇÃO, EXIGE

Isolamento em todas as camadas, testes de acesso cruzado, criptografia e observabilidade por tenant.

Testar como o sistema se comporta sob pressão.

Avalia tentativas de manipulação, uso indevido de ferramentas, acesso não autorizado, vazamento de dados e comportamento fora das políticas.

O RESULTADO ALIMENTA

  • Novos testes
  • Guardrails
  • Políticas
  • Correções de arquitetura
  • Critérios de publicação

COMO SABEMOS SE O SISTEMA FUNCIONA

Não avaliamos se a resposta parece boa. Avaliamos se o trabalho foi concluído corretamente.

Avaliar cada componente e o resultado completo.

Avalia cada componente e o resultado completo do processo.

PODE MEDIR

  • Correção
  • Completude
  • Fidelidade
  • Recuperação
  • Seleção de ferramentas
  • Conformidade com políticas
  • Conclusão da tarefa
  • Qualidade do artefato
  • Necessidade de intervenção humana

QUANDO OCORREM

No desenvolvimento, antes do deploy e em amostras ou 100% da produção.

Cada conclusão conectada à sua evidência.

Relaciona respostas, campos e decisões às fontes utilizadas.

PERMITE

  • Verificar informações
  • Revisar conclusões
  • Corrigir fontes
  • Reconstruir decisões
  • Reduzir respostas sem fundamento

O processo continua mesmo quando uma etapa falha.

Mantém estado, dependências, checkpoints e histórico de cada execução.

PERMITE

  • Retomar do ponto correto
  • Evitar repetir ações
  • Aguardar eventos
  • Controlar paralelismo
  • Acompanhar processos longos

Quando um componente falha, existe outro caminho.

Define alternativas para modelos, ferramentas, provedores e etapas.

PODE INCLUIR

  • Segundo modelo
  • Ferramenta alternativa
  • Processamento posterior
  • Fila de exceção
  • Revisão humana
  • Modo degradado seguro

Detectar quando o comportamento começa a mudar.

Monitora alterações de qualidade causadas por mudanças em modelos, dados, fontes, usuários ou processos.

EM PRODUÇÃO, EXIGE

Baseline, métricas, limites, alertas e processo de investigação.

COMO MANTEMOS O SISTEMA CONFIÁVEL DEPOIS DO DEPLOY

Colocar em produção é o início da operação.

Registra e conecta cada etapa de uma execução.

Registra e conecta cada etapa de uma execução em um único trace.

PERMITE ACOMPANHAR

  • Entrada
  • Contexto utilizado
  • Modelo selecionado
  • Ferramentas chamadas
  • Decisões
  • Aprovações
  • Erros
  • Latência
  • Custo
  • Entrega

Custo por trabalho concluído, não apenas por token.

Relaciona consumo de modelos e infraestrutura ao resultado operacional produzido.

MÉTRICAS POSSÍVEIS

  • Custo por execução
  • Custo por etapa
  • Custo por modelo
  • Custo por ferramenta
  • Custo por entrega concluída
  • Previsto versus realizado
  • Economia produzida

A IA não gasta além da autorização.

Controla volume, frequência, custo e consumo por usuário, agente, cliente ou processo.

PERMITE

  • Impedir uso descontrolado
  • Proteger integrações
  • Preservar SLAs
  • Respeitar orçamento
  • Priorizar execuções críticas

Nem toda decisão precisa ser imediata.

Processa trabalhos extensos ou volumosos fora da interação em tempo real.

INDICADO PARA

  • Grandes volumes de documentos
  • Avaliações em lote
  • Processamento noturno
  • Conciliações
  • Enriquecimento de dados
  • Geração de artefatos complexos

Modelos evoluem sem reconstruir o processo.

Gerencia testes, comparação, aprovação e substituição de modelos.

INCLUI

  • Benchmark
  • Shadow mode
  • Rollout gradual
  • Regressão
  • Rollback
  • Atualização de rotas

Todo agente precisa de começo, responsável e fim.

Controla os estados de cada agente ao longo de toda a sua vida.

  • Rascunho
  • Em avaliação
  • Aprovado
  • Publicado
  • Monitorado
  • Suspenso
  • Descontinuado

CADA AGENTE DEVE POSSUIR

Proprietário, versão, finalidade, riscos, métricas e histórico.

COMO PRESERVAMOS RESPONSABILIDADE HUMANA

A IA executa. A autoridade permanece definida.

Pessoas nos pontos em que o risco exige julgamento.

Posiciona pessoas nos pontos em que risco, julgamento ou responsabilidade exigem intervenção humana.

PODE SER UTILIZADO PARA

  • Aprovação
  • Revisão
  • Correção
  • Tratamento de exceções
  • Desempate
  • Baixa confiança
  • Ações irreversíveis
  • Decisões reguladas

Quem ou o que pode decidir em cada situação.

Define quem ou o que pode decidir, aprovar e executar em cada situação.

AS ALÇADAS PODEM CONSIDERAR

  • Tipo de ação
  • Valor
  • Risco
  • Nível de confiança
  • Perfil do usuário
  • Origem dos dados
  • Impacto
  • Exceção identificada

Toda a cadeia de decisão permanece reconstruível.

Mantém o registro de quem solicitou, qual agente executou, quais dados foram utilizados, quais ações ocorreram e quem aprovou.

Cada componente possui um responsável definido.

Cada sistema, skill, ferramenta, fonte e política deve possuir um responsável definido.

GOVERNANÇA COMEÇA QUANDO EXISTE CLAREZA SOBRE

  • Quem mantém
  • Quem aprova
  • Quem acompanha
  • Quem responde por incidentes
  • Quem pode alterar
  • Quando deve ser revisado

COMO PESSOAS E SISTEMAS INTERAGEM COM A INTELIGÊNCIA

A melhor inteligência precisa chegar pelo canal certo.

A pessoa conduz. A IA assiste e executa o autorizado.

Experiências em que a pessoa conduz o trabalho e a IA consulta, analisa, recomenda ou executa ações assistidas.

Interfaces conversacionais para demandas delimitadas.

Interfaces conversacionais para orientação, consulta e atendimento de demandas delimitadas.

Um chatbot pode utilizar RAG e ferramentas, mas não necessariamente possui autonomia para conduzir processos.

Sistemas iniciando execuções sem interface.

Permitem que aplicações e sistemas iniciem execuções sem interface conversacional.

O canal muda. A governança permanece.

Disponibilizam o sistema nos canais em que o trabalho acontece.

  • Aplicação web
  • Microsoft Teams
  • Slack
  • WhatsApp
  • E-mail
  • Portal
  • Sistema corporativo
  • API
  • Evento

Transferir contexto quando o sistema não deve continuar.

Transfere contexto, histórico, evidências e recomendação para uma pessoa quando o sistema não pode ou não deve continuar.

A correção de hoje melhora a execução de amanhã.

Registra avaliação, correção e resultado para aprimorar skills, conhecimento, políticas e evaluations.

UMA VISÃO INTEGRADA

As capacidades não operam isoladamente.

A mesma execução atravessa oito estágios. Cada competência entra em um momento específico — toque em qualquer uma para abrir a explicação correspondente.

ANATOMIA DE UMA EXECUÇÃO · ONDE CADA COMPETÊNCIA ENTRA

01ENTRADA

A demanda chega

Delivery Channels · Identidade · Permissões · Contexto

02COMPREENSÃO

O sistema entende

Model Routing · RAG · Memory · Skills · Prompt Engineering

03PLANEJAMENTO

O sistema planeja

Planning · Políticas e alçadas · Consumption Budget · Semantic Caching

04EXECUÇÃO

O sistema executa

Tool Use · MCP · A2A · APIs · Computer Use · Document Processing

05CONTROLE

O sistema controla

Guardrails · Structured Output · Human-in-the-loop · Multi-tenancy

06VALIDAÇÃO

O sistema valida

Evaluations · Citations e Grounding · Reflection · Fallback

07ENTREGA

O sistema entrega

Artefato ou ação · Evidência · Handoff · Estado registrado

08EVOLUÇÃO

O sistema aprende e evolui

Observability · Feedback · FinOps · Drift Detection · Model Evolution · Agent Lifecycle

O agente é apenas uma parte da execução. A confiança resulta da combinação de todas essas capacidades — e do fato de que o estágio de controle acontece antes de qualquer efeito nos sistemas da empresa.

COMPETÊNCIA × ARQUITETURA

Qual competência cada arquitetura realmente exige.

A arquitetura escolhida determina o conjunto de competências necessárias. A matriz relaciona as capacidades aos sete padrões descritos na página de arquiteturas.

COMPETÊNCIACOPILOTOWORKFLOWAGÊNTICOMULTIAGENTEDOCUMENTALRAGFACTORY
Model Routing○○●●○○●
Prompt Engineering●●●●●●●
Context Engineering●○●●○●○
Planning––●●––○
Reflection○–●●○––
CONHECIMENTOCOPILOTOWORKFLOWAGÊNTICOMULTIAGENTEDOCUMENTALRAGFACTORY
Skills○●●●●–●
RAG●○●○○●○
Memory●–●●–○○
Knowledge Management○○○○●●●
Semantic Caching○○○–○●○
EXECUÇÃO E INTEGRAÇÃOCOPILOTOWORKFLOWAGÊNTICOMULTIAGENTEDOCUMENTALRAGFACTORY
Tool Use●●●●○–●
MCP○○●●○○●
A2A––○●––○
Computer Use–○○–○–○
Structured Output○●●●●○●
Document Processing○○○○●○○
SEGURANÇA E CONTROLECOPILOTOWORKFLOWAGÊNTICOMULTIAGENTEDOCUMENTALRAGFACTORY
Security & Permissions●●●●●●●
Agent Identity○○●●○–●
Guardrails e políticas●●●●○○●
Multi-tenancy●○●●●●●
Red Teaming○○●●●○●
QUALIDADE E CONFIABILIDADECOPILOTOWORKFLOWAGÊNTICOMULTIAGENTEDOCUMENTALRAGFACTORY
Evaluations●●●●●●●
Citations & Grounding●○●●●●○
Orchestration & Checkpointing–●●●●–○
Fallback & Failover○●●●●○●
Drift Detection○○●●●●●
OPERAÇÃO E ECONOMIACOPILOTOWORKFLOWAGÊNTICOMULTIAGENTEDOCUMENTALRAGFACTORY
Observability●●●●●●●
FinOps○○●●●○●
Rate Limiting e Budgets○○●●○○●
Batch e assíncrono–●○○●○○
Model Evolution○○●●○○●
Agent Lifecycle○○●●○–●
GOVERNANÇACOPILOTOWORKFLOWAGÊNTICOMULTIAGENTEDOCUMENTALRAGFACTORY
Human-in-the-loop●●●●●–○
Políticas e alçadas●●●●○○●
Auditoria●●●●●●●
Ownership○○●●○●●
EXPERIÊNCIA E ENTREGACOPILOTOWORKFLOWAGÊNTICOMULTIAGENTEDOCUMENTALRAGFACTORY
Copilots●–○○○○○
Chatbots●–○––●○
APIs○●●●●○●
Delivery Channels●○●○○○○
Handoff humano●●●●●○–
Feedback●○○○●●●

● ESSENCIAL — SEM ELA A ARQUITETURA NÃO OPERA COM SEGURANÇA · ○ RECOMENDADA — DEPENDE DO RISCO E DO VOLUME · – GERALMENTE NÃO APLICÁVEL A matriz é um ponto de partida, não uma regra. Um copiloto que passa a executar ações no ERP herda as exigências de um sistema agêntico; um workflow que processa milhares de documentos por noite herda as exigências de inteligência documental.

ENGENHARIA ACUMULADA

Construído uma vez. Aprimorado a cada implementação.

Não recomeçamos do zero em cada projeto. Padrões de identidade, conectores, políticas, avaliações, observabilidade e operação podem ser reutilizados e adaptados para diferentes sistemas e domínios.

  • Reduzir tempo de construção
  • Evitar decisões improvisadas
  • Reutilizar integrações
  • Aplicar padrões de segurança
  • Ampliar cobertura de testes
  • Acelerar novos sistemas
  • Preservar independência tecnológica

O domínio muda. A engenharia permanece.

TECNOLOGIA A SERVIÇO DA ARQUITETURA

A melhor competência não depende de um único fornecedor.

Selecionamos modelos e componentes de acordo com:

Qualidade e complexidadeO modelo mais adequado à natureza da decisão, não o mais caro disponível.
LatênciaO tempo que o processo real tolera entre a solicitação e a entrega.
SegurançaRequisitos de acesso, isolamento e conformidade da empresa.
Localização dos dadosOnde o dado pode residir e trafegar, incluindo exigências de LGPD.
CustoCusto por trabalho concluído, considerando roteamento, cache e batch.
Integração e estratégiaO ambiente tecnológico já existente e a direção definida pela empresa.

Trabalhamos com diferentes modelos, clouds, bancos de dados, frameworks e plataformas empresariais. Modelos mudam. As competências e a arquitetura devem permanecer.

DA COMPETÊNCIA À EXECUÇÃO

Quais capacidades seu sistema precisa para operar?

Analisamos o trabalho, o nível de autonomia, os dados, as integrações e os riscos para definir as competências necessárias e o melhor caminho de implementação.